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20 de maio de 2011

Festas do Império do Divino Espírito Santo em Alenquer 2011




Programa das Festas do Império do Divino Espírito Santo 2011 no município de Alenquer, a vila de Portugal onde pela influência da Rainha Santa Isabel, no século XIV, terão ganho projecção em Portugal estas celebrações populares.


A partir de Alenquer o culto do Espírito Santo espalhou-se por todo o país, navegou com as caravelas até aos Açores e Madeiras, Oriente e Brasil, e posteriormente com os emigrantes implantou-se nos EUA e Canada onde ainda se realiza com grande fulgor. Extinto quase totalmente em Portugal continental, renasceu em Alenquer em 2007.

É importante frisar que o culto ao Divino Espírito Santo, com raiz numa religiosidade popular e abertura a crentes das várias religiões e confissões espirituais, evoca uma nova Era, a Terceira Idade, como vaticinada pelo Abade Joaquim de Fiori (século XIII), de Paz, Fraternidade, e em que os valores espirituais se sobrepõem aos materiais.

A Presença nesta ocasião em Alenquer será um importante contributo para o retomar e desenvolver destas Festas e dos seus valores em Portugal (continente).


Com o lema "O Espírito sopra onde quer" o programa das Festas 2011 em Alenquer do Divino Espírito Santo inclui entre muitas outras actividades, Procissão e Bodo:



- Sábado, dia 11 de Junho, pelas 21h com início na Igreja do Espírito Santo a Festa da Luz e Vigília de Pentecostes com Procissão noturna até à Igreja de S. Francisco
- Domingo de Pentecostes, dia 12 de Junho, procissão às 15h com início na Igreja de S. Francisco
Bodo às 18h no Largo do Município, para toda a população.
http://www.cm-alenquer.pt/events/


Escreveu o antropólogo Gilbert Durand a propósito do Milagre das Rosas e do Culto do Espírito Santo em Portugal:"... a perenidade dessas lendas e desses mitos, em Portugal, como noutros países da Europa, é o garante da sua energia, da sua vitalidade. Direi mesmo mais: essa quina imaginal, que acabamos de definir, constitui, na verdade, a base dos valores sobre os quais assenta e há-de assentar - sob pena de desaparecimento - a Europa inteira."
*Gilbert Durand "Portugal Tesouro escondido da Europa" -Ed. Ésquilo 2008

21 de abril de 2011

8 Ideias para Reabilitar Portugal


8 MEDIDAS

PARA OS CIDADÃOS
A miragem da crise parece ter anestesiado os portugueses, que, sem vislumbrar soluções, aguardam com aparente apatia as consequências impostas pelo exterior. Mas os cidadãos são poderosos ao confiarem em si e ao adoptarem atitudes mais justas, fraternas, respeitadoras do ambiente e de acordo com a sua Sabedoria.

8 SEMANAS
PARA PÔR EM MARCHA A REABILITAÇÃO DE PORTUGAL

Há medidas eficazes que não são defendidas pelos governantes por razões de compromisso político internacional e com as potências económicas. É assim uma oportunidade começar a implementá-las antes das próximas eleições

1- Consumir mais produtos portugueses (mais 20%): bens alimentares, roupa, produtos de consumo, serviços, etc. Mesmo que nem sempre sejam os mais baratos, esta atitude cria empregos, contribui para a saúde das nossas empresas e actividades, diminui a nossa dependência externa e diminui as importações, logo, ajuda Portugal e os portugueses a saírem da crise.
2- Reduzir o consumo energético doméstico (menos 20%): a maior parte da energia que consumimos é importada. A redução do consumo de energia, ainda que ligeira, tem um enorme impacte na factura externa e no ambiente.
3- Reduzir o consumo de combustíveis (menos 20%): idem. A redução pode ser conseguida conduzindo a menor velocidade, levando mais pessoas nos carros, usando mais os transportes públicos, preferindo actividades laborais perto de casa ou teletrabalho (um dia por semana, por exemplo).
4- Reduzir o crédito para o consumo (menos 20%): os bancos financiam-se no estrangeiro e cada vez que nos concedem crédito aumenta a dívida externa de Portugal. Os pedidos de crédito devem ser reservados para criar riqueza e ajuda ao sistema empresarial e sector produtivo. Para o consumo, poupar primeiro e depois gastar.
5- Comer menos sal (menos 20%): a hipertensão arterial é o maior problema de saúde pública em Portugal, afecta quase metade da população e está na base da maior causa de mortalidade e morbilidade: as doenças cardiovasculares. Reduzir sistematicamente o sal dos alimentos (casa, restauração, indústria alimentar) é uma atitude responsável que permite poupar recursos na saúde e manter a saúde para resolver a crise.
6- Desbloquear o sistema judicial (menos 20%): todos pagamos caríssimo um sistema judicial que está sobrecarregado e não funciona. Chegar a acordo e desistir de processos em curso, não utilizar recursos a instâncias superiores após sentença e evitar instaurar processos antes de esgotar todas as possibilidades de uma solução satisfatória, é como limpar a canalização que permitirá pôr de novo o circuito a funcionar com rapidez, eficiência e justiça. Todos estamos bloqueados e suspensos à espera de processos que demoram anos até se encontrar uma má solução. Livrarmo-nos deste pesados entraves é essencial.
7- Meditar, orar, criar (mais 20%): a crise é um conceito que nos aprisiona e enreda cada vez mais, limitando-nos a busca de soluções. Qualquer destas práticas nos abre espaços limpos de preconceitos e permitem o contacto com a parte de nós que sabe perfeitamente qual o caminho a tomar. Meditar, rezar, actividades criativas, elevam a vibração individual e colectiva, tiram-nos da crise, redireccionam e harmonizam os nossos esforços num sentido positivo.
8- Ser bondoso com os outros (mais 20%): só o amor desfaz o medo, a raiva e a culpa, prevenindo e tratando as feridas da crise como a insegurança, violência, pobreza e exclusão. Se não houver estes problemas, a crise não tem em que se apoiar para existir.


Escolha as medidas que quer implementar na sua vida.
Decida hoje as formas de as pôr em prática.
Comece já e reavalie periodicamente os seus progressos.
Este assunto é sério, comprometa-se e seja rigoroso.
Pode acrescentar para si outras acções que considere importantes, mas assegure-se que são genuinamente isentas de medo, raiva, culpabilização ou ambientalmente prejudiciais.
Divulgue esta informação tal como a recebeu.

Abraço amigo
Teresa Gomes Mota

1 de abril de 2011

Exposição Comemorativa do 1º Ano de Edição



Um ano após o lançamento em Lisboa do livro “Alma de Isabel de Aragão ao Chiado", tem lugar no Chiado uma EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA.

Rua Vitor Cordon 45 - sala 5 (antigo Páteo do Braganca B e C)

Lisboa - estação de metro Baixa-Chiado, eléctrico nº 28, Parques estacionamento Camões e Chiado

12 de Abril 18h 30-21h

13-15de Abril 9h 30m-13h e 15h-18h

Oportunidade única para conhecer o espaço e objectos que serviram de inspiração para o livro, admirar uma esplendorosa vista sobre o Tejo, tomar um Porto branco de 1959, ouvir a gravação da apresentação no Teatro de S. Luiz em 12/4/2010, consultar os livros que constam da bibliografia de "Alma de Isabel", comprar um livro com oferta de um CD inédito ou simplesmente relaxar e sentir a energia especial do local. ENTRADA LIVRE

29 de janeiro de 2011

Estremoz: Morte e Renascimento


Sob o tema "Morte e Renascimento em Estremoz" decorreu no dia 28 de Janeiro de 2011 no Salão Nobre da Pousada da Rainha Santa Isabel uma sessão para meia de centena de viajantes e associados dos Amigos dos Castelos de passagem por Estremoz. Ler o texto na página deste blogue intitulada "Apresentações em Estremoz">>>

30 de outubro de 2010

O Milagre das Rosas, Isabel de Aragão e a Vila Presépio

Palestra de Teresa Gomes Mota no dia 20 de Novembro 2010 em Alenquer.

Uma viagem que começou na mística vila de Alenquer com Isabel de Aragão e o culto do Espírito Santo no século XIV, passou pelos factos e lendas em torno do Milagre das Rosas e nos levou aos milagres do século XXI.
Decorreu em Alenquer, no Bar do Além, com sala cheia.
Ler o texto completo na página deste blogue intitulada "O Milagre das Rosas e Alenquer" >>>

1 de setembro de 2010

Freixo de Espada-à-Cinta e a lenda de D. Dinis


A Biblioteca Municipal de Freixo de Espada-à-Cinta situada a poucos metros do Freixo em cuja sombra, segundo a lenda, repousou D. Dinis, dispõe agora de dois exemplares de “Alma de Isabel – de Aragão ao Chiado” para os seus leitores.

O freixo é uma árvore de grande porte, que está associado na memória viva da cultura europeia ao combate e vitória sobre os adversários, incluindo o inimigo interior. Árvore protectora não só de guerras, mas também de tempestades e naufrágios, e com poderes terapêuticos, será mesmo na perspectiva europeia a árvore primordial, da qual até a Humanidade provém.

Diz a lenda que El-Rei D. Dinis, recuperando forças da luta contra os correlegionários do filho D. Afonso, adormeceu na sombra do Freixo multi-centenário junto à Torre do Castelo. Então o Espírito da Árvore, sob a forma de um velho de grande estatura e barbas brancas, com a espada do rei na sua cinta, apareceu-lhe em sonhos e aconselhou-o a fazer as pazes com o filho, como era vontade da sua esposa Isabel de Aragão. O rei não terá escutado até ao fim os conselhos da Árvore e ainda que a paz com o seu filho tenha sido restabelecida, não o foi de forma duradoura.
Localizada na Praça Jorge Álvares a Biblioteca Municipal de Freixo de Espada-à-Cinta está aberta de segunda a sexta-feira das 9h30min-12h/14h-18h. Com cerca de 500 leitores inscritos a Biblioteca disponibiliza os exemplares em regime de empréstimo domiciliário gratuito durante 15 dias.

31 de julho de 2010

Aquário da Palavra


No Largo Luís de Camões em Lisboa, o Aquário da Palavra é um espaço de leitura onde poderá ler "Alma de Isabel -de Aragão ao Chiado", entre muitas outras obras para todas as idades. Até ao dia 14 de Agosto, com ar condicionado, entrada gratuita.